Vem

Vem, vem, sejas tu quem fores
Não importa se és um infiel, um idólatra
Ou um adorador do fogo,
Vem, a nossa irmandade não é um lugar de desespero,
Vem, mesmo tendo violado o teu juramento cem vezes,
Mesmo assim, vem.

~Rumi


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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Orações do Anjo



Video YouTube, Meu deus, eu creio


Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.


Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo,
adoro-Vos profundamente
e ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo,
presente em todos os sacrários da terra,
em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que ele mesmo é ofendido.
E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração
e do Coração Imaculado de Maria,
peço-Vos a conversão dos pobres pecadores.

~Anjo de Portugal aos pastorinhos de Fátima

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Magnificat (de Fátima)


Magnificat

Magnificat, Magnificat
Magnificat, Magnificat

A minha alma glorifica o Senhor
E o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador.

Porque pôs os olhos na humildade da sua Serva:
De hoje em diante me chamarão bem aventurada todas as gerações.
O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas:
Santo é o seu nome.

A sua misericórdia se estende de geração em geração
Sobre aqueles que o temem.
Manifestou o poder do seu braço
E dispersou os soberbos.

Derrubou os poderosos de seus tronos
E exaltou os humildes.
Aos famintos encheu de bens
E aos ricos despediu de mãos vazias.

Acolheu a Israel, seu servo,
Lembrado da sua misericórdia,
Como tinha prometido a nossos pais,
A Abraão e à sua descendência para sempre

vide A Inconstância do Universo

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Chamar a Música


Chamar a Música

Esta noite vou ficar assim 

Prisioneira desse olhar 
De mel pousado em mim 
Vou chamar a música 
Pôr à prova a minha voz 
Numa trova só p'ra nós 
 Esta noite vou beber licor 
Como um filtro redentor 
De amor, amor, amor 
Vou chamar a música 
Vou pegar na tua mão 
Vou compor uma canção 
 Chamar a música, 
A música 
Tê-la aqui tão perto 
Como o vento no deserto 
Acordado em mim 
Chamar a música, 
A música 
Musa dos meus temas 
Nesta noite de açucenas 
Abraçar-te apenas 
É chamar a música 
 Esta noite não quero a TV 
Nem a folha do jornal 
Banal que ninguém lê 
Vou chamar a música 
Murmurar um madrigal 
Inventar um ritual 
 Esta noite vou servir um chá 
Feito de ervas e jasmim 
E aromas que não há 
Vou chamar a música 
Encontrar à flor de mim 
Um poema de cetim 
 Chamar a música 
A música 
Tê-la aqui tão perto 
Como o vento no deserto 
Acordado em mim 
Chamar a música 
A música 
Musa dos meus temas 
Nesta noite de açucenas 
Abraçar-te apenas 
É chamar a música
~

vide Poema das Borboletas

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Descobrir a Mente Religiosa





Agora, para descobrir o que é a mente religiosa, qual é a verdade da religião [religação] é necessário estar livre de toda a autoridade, de toda a crença, fé, não pertencer a nada. Deve haver uma sensação total de ser livre.

Então, a meditação é ser totalmente livre de toda a servidão, de toda a mediação, de todo o conflito, de uma forma que o cérebro se torna quieto, extremamente tranquilo.
E este silêncio, quietude, tem a sua própria beleza, a sua própria verdade, o seu sentido absoluto de coisa imensurável.

Assim, a meditação não é uma recompensa, não é alguma coisa com que se fique iluminado com a prática - o que é tudo tão infantil -
Assim, a verdade é algo que não pode ser medido e não há caminho para ela.

E isso é beleza, isso é amor.

~Jiddu Krishnamurti

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

"Eu sou Um, tu és Um"

A encarnação do Amor Divino, o santo unido a Deus, pode dizer: «Cada um do nós é um Messias para uma quantidade de gente; nas nossas mãos encontra-se o Remédio para todos os males»[1], uma vez que “revela” ao discípulo quem ele em verdade é, conforme explica Ghazzâli: «Quando o homem se reconhece e conhece o seu Senhor, sabe que por natureza é um Ente Divino, que é um estranho no mundo corporal e que a sua descida a este mundo não está de acordo com a sua natureza essencial. Está esquecido e esqueceu o seu Senhor.»[2]
O diálogo que se estabelece entre o mestre e o seu discípulo vai assim permitir a este último reconhecer o divino em si mesmo. A partir daí, o “mestre exterior” e o “mestre interior” passam a ser um. Chegada ao fim da sua viagem, a alma já sabe que o guia que a auxiliou não está separado de si mesma, uma vez que toda a dualidade foi transcendida.

[1]Ibid, I, 47
[2]Ghazzâli, Ihyâ',III, 337 e seg.

in Jesus na Tradição Sufi, Cap. I de Faouzi Skali

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Mantem-te no Centro

"Quanto mais distante estiveres do centro, mais perturbado estarás; quanto mais próximo estiveres do centro, menos perturbado estarás. Se estiveres precisamente ao centro, não haverá perturbação.

Num ciclone existe um centro que é impertubável. É precisamente no centro que não existe ciclone, um ciclone não pode existir sem um centro silencioso."

~Osho

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Estar no Coração

O coração é inspirar e expirar.

O coração é contração e dilatação.

Mas, no ‘sentido espiritual’, ele é doação.

Encontrar o Ser é doar-se a si mesmo. É doar, não é tomar.

No entanto, a emoção não é o coração, ainda que o coração bata mais depressa ou mais devagar.


O coração, na sua Essência espiritual, é doação.

O coração, na sua Essência, é Serviço.



Serviço e doação são as duas vertentes da mesma palavra que é Amor.


O Amor é doação.

O Amor é Serviço.

O Amor é dar.

O Amor é jamais olhar ao que se recebe, nem tampouco ao que se dá.

O Amor é totalidade da doação.

Doação de si.

Doação de tudo.


Não te podes preencher se não deste tudo.


Para dares tudo, necessitas de abandonar os medos.

Para dares tudo, necessitas de abandonar todas as crenças sem exceção.


Encontrar o vazio - necessitas de te esvaziares para te preencheres.


O vazio vai ser encontrado fazendo a paz, vai ser encontrado encontrando a Alegria.

Para além da Alegria a da paz, é encontrado um espaço de vazio que é ‘Alegria da Presença’ e momento inefável do reencontro da Verdade da Fonte.

Os meios para chegar a este estado e para esta revelação são múltiplos, mas o ponto crucial final é sempre o mesmo: ele corresponde à tua doação total, à doação total do que crês.

A chave final é, portanto, o abandono, a doação, a doação de si, ao grande Todo.

~ Ram

vide Anotação O Silêncio da Postura

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Cantando e Rindo, trilhando o Caminho

A consciência é o mestre.
O teu corpo é apenas a casa.

No momento em que entras em meditação, tocas, dentro de ti mesmo, em algo universal — algo que não tem idade, que não tem limitações seja de tempo ou espaço.

Uma mulher sannyasin, da Escócia, escreveu-me o seguinte:
"Agora, Osho, já é demais!"

Ela tem setenta e oito anos e, agora, corre atrás de borboletas!

Todo o vilarejo pensa que ela enlouqueceu, porque ela está continuamente a rir e a divertir-se e ninguém consegue acreditar.

Por eles a terem visto sempre miserável, não podem acreditar no que aconteceu. Ela comporta-se como uma criança.

Ela perguntou-me: "O que é que eu devo fazer? Devo tentar comportar-me da maneira antiga?"

Eu disse-lhe: "Podes tentar, mas não vais ser bem-sucedida. Não percas o teu tempo, continua a correr atrás das borboletas. E porquê importares-te com os palermas da tua terra? Diverte-te."

Meditação não é algo mental.
Meditação é algo que diz respeito ao teu ser.

É apenas necessária uma pequena conexão... e, de súbito, tudo é diferente. O corpo continuará o seu caminho, mas tu saberás que não és o teu corpo. Pessoas morrerão, mas tu saberás que a morte é impossível.

A tua própria morte virá — mas a meditação prepara-te para a morte, para que possas ir dançando e cantando para o derradeiro silêncio, deixando a forma para trás e desaparecendo no sem-forma.


~Osho "Após a Meia-Idade: Um Céu Sem Limites"
fonte: www.palavrasdeosho.com

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Anuloma Viloma (Respiração por Narinas Alternadas)

Este exercício estabelece um equilíbrio entre os hemisférios direito e esquerdo do cérebro, produzindo uma maravilhosa sensação de serenidade.

Senta-te numa posição confortável, com as mãos repousadas no colo. Fecha os dedos indicador e médio da mão direita deixando os outros esticados. Leva a mão ao nariz, coloca o polegar direito sobre a narina direita para a fechar e inspira suavemente pela narina esquerda. Depois fecha a narina esquerda com o dedo anelar, levanta o polegar e expira pela narina direita. Não é necessário aplicar pressão no nariz, basta um leve toque.

Com a narina esquerda fechada, inspira pela narina direita e retoma o ciclo: fecha a direita e expira pela esquerda, inspira pela mesma narina (esquerda) e expira pela direita, inspira pela direita, fecha e expira pela esquerda...

O ritmo é sempre esquerda, direita, direita, esquerda. Isto completa um ciclo de Anuloma Viloma. Durante todo o tempo, mantém o cotovelo direito erguido e afastado da caixa toráxica e os ombros relaxados, sem tensão.

Faz 12 ciclos de respiração e depois relaxa por uns momentos, de olhos fechados, para que o corpo retome o ritmo respiratório normal. Se quiseres podes adicionar uma retenção de ar entre a inspiração e a expiração. Inspiras em 4 tempos – reténs por 12 tempos e expiras por 8 tempos.


Vais sentir-te muito leve e lúcido.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Respiração Do Coração

Guantama Buda

A respiração, aquela que todos conhecemos, aquela que permite simplesmente viver, efetua-se nas nossas estruturas por órgãos especializados, mas também, e certamente, ao nível celular bem como ao nível químico.

Uma vez chegado ao Fogo do Éter, a respiração do homem modifica-se.

Esta respiração modifica-se a fim de ali incluir um novo potencial que é fazer respirar o Coração.

Certamente, responderão, o Coração bate e transporta o sangue.
O Coração vibra, quando falamos do Coração espiritual.

E eu acrescentaria que o Coração respira.

Como é que o Coração respira?

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O Cordão de Prata


Video YouTube, How to Meditate ver 39m 39s

Sigamos o nosso próprio caminho e não temamos ser diferentes dos demais que nos cercam. Por vezes podemos sentirmo-nos solitários, mas nunca estamos sozinhos.

domingo, 25 de julho de 2010

A Sacralidade da Respiração

A relaxação e a meditação, e todas as práticas de desenvolvimento espiritual, incluem técnicas de respiração. Os efeitos da respiração profunda e oxigenação apropriadas estimulam os sentidos parassimpáticos e governam os sentidos simpáticos. As pessoas sentem-se sempre calmas e revitalizadas após estas práticas porque a acção parassimpática está dirigida à manutenção, acumulação e armazenamento de energia. As actividades do simpático estão mais dirigidas ao dispêndio da energia influenciando o metabolismo de glicogénio no fígado. Quando a relação entre os ramos do sistema autónomo está equilibrada, o parassimpático recolhe energia enquanto o simpático a dirige e a despende resultando num estado de relaxação e energização.

Suster a respiração conscientemente durante as práticas de ioga ou de meditação nutre o corpo e o sistema nervoso com o oxigénio e ajuda-nos a obter controlo sobre algumas das funções do sistema autónomo.

sábado, 17 de julho de 2010

O Rodopio Sufi

O Rodopio Sufi é uma das técnicas mais antigas e também uma das mais vigorosas. É tão intensa que uma simples e única experiência pode torná-lo completamente diferente. Rodopie com os olhos abertos, tal como as crianças pequenas fazem quando se põem a rodar sobre si mesmas, como se o seu ser interior passasse a ser um centro e todo o seu corpo fosse como uma roda em movimento, uma roda de oleiro em movimento. Está no centro, mas todo o seu corpo está em movimento.

sábado, 10 de julho de 2010

Meditar no dharmadatu

Meditar em estado desperto não-dual e não-conceitual, que é meditar no dharmadatu, começa a destruir imediatamente de modo sistemático em nós a estrutura da consciência dualista com todos os obscurecimentos cognitivos e emoções aflitivas auxiliares. Do ponto de vista da dualidade, já que essa consciência dualista também envolve outros seres sencientes, que são o outro pólo da nossa dualidade, a nossa actividade em dissolver essa consciência também tem um impacto profundo nesses seres.



Titulo Dharmadatu, Artista The Dzogchen Ponlop Rinpoche, Língua Tibetano
fonte: www.nalandabodhi.ca

Enquanto a nossa meditação não-dualista e não-conceitual está a purificar os nossos próprios obscurecimentos e aflições, e assim, transformando a nossa vivência

terça-feira, 1 de junho de 2010

Chame-lhe Pensamentos

Geralmente, se você tem um falatório mental, chama-lhe pensamentos. Mas se está profundamente envolvido em algo emocional, dá prestígio especial a isso. Pensa que esses pensamentos merecem o privilégio especial de serem chamados “emoção”.

De alguma maneira, nos domínios da mente de facto, as coisas não são assim. O que quer que surja são apenas pensamentos: pensar que estamos com tesão, pensar que estamos com raiva. No que concerne à prática da meditação, os seus pensamentos já não são tratados como VIPs enquanto medita.

Ora pensa, ora medita; ora pensa, ora medita; ora pensa, ora medita. Tem pensamentos, tem pensamentos sobre pensamentos. Deixe que seja assim. Chame-lhe pensamentos.

~ Chogyam Trungpa

terça-feira, 18 de maio de 2010

A Consciência é a Resposta

Por que não nos ensinam sobre quem nós somos e o que podemos fazer?

Toda a gente tem medo. E ninguém ousa falar.

Todo o ser humano precisa de voltar a reflectir sobre si mesmo e dizer:
- Por que não estou em Paz?
- Por que tenho tantos medos?
- Por que sou tão negativo nos meus relacionamentos?

sábado, 15 de maio de 2010

A flauta de Deus

Quando estás sentado em completo silêncio, inactivo, a língua a tocar o céu da boca e silenciosa, sem tremer com pensamentos, a mente observando passivamente, sem esperar coisa alguma em particular, sente-te como um bambu oco e subitamente uma energia infinita começa a derramar-se dentro de ti; estás preenchido com o desconhecido, com o misterioso, com o divino. Um bambu oco torna-se uma flauta e o divino começa a tocá-la. Uma vez no vazio, não há nenhuma barreira para o divino penetrar em ti.

~Rishikash

domingo, 9 de maio de 2010

A Paz do Coração e Bhakti Yoga

A paz do coração é uma paz que é independente de tudo o que é a sua vida externa, de tudo o que são as suas actividades, quaisquer que sejam.

A paz do coração é algo que se conquista através do deixar ir, através do abandono, através do controlo do mental e, então, do abandono do mental.

A paz do coração é Alegria.

A Paz é uma forma de Samadhi, uma forma de Alegria interior silenciosa e imóvel, um estado de vazio.

Este estado de vazio precede o que é chamado de último Samadhi, o último, porque ele é, de facto, o último a ser vivido.

Este último Samadhi do qual nada pode ser dito, excepto que ele confere a total realização da Divindade num ser humano e faz o ser humano, em encarnação, um ser não só desperto, não só realizado, mas a caminho da imortalidade do corpo, da alma e da mente.

Poucos seres humanos alcançaram este último estágio que confere a imortalidade.

Esta Paz é o momento em que a saturação da Graça, a saturação da Alegria, começa a viver não no movimento do centro, mas através da imobilidade do centro.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

O que é a meditação





~Sri Chinmoy

quinta-feira, 25 de março de 2010

Folha de Renda - Crescendo em Sensibilidade




A meditação trar-lhe-á sensibilidade, um grande sentido de pertença ao mundo.
Pertencemos intrinscamente à existência. Somos parte dela, somos o coração dela.
Torna-se tão sensível que até a mais pequena folha de erva assume para si uma importância imensa. À sua sensibilidade torna-se claro que esta pequena folha de erva é tão importante para a existência como a maior das estrelas; sem esta folha de erva, a existência seria menos do que é. Esta pequena folha de erva é única, é insubstituível, tem a sua própria individualidade.

Esta sensibilidade criará para si novas amizades - as amizades com as árvores, com os pássaros, com os animais, com as montanhas, com os rios, com os oceanos, com as estrelas. A vida enriquece à medida que cresce o amor, à medida que cresce o afecto.

~Osho

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