A relaxação e a meditação, e todas as práticas de desenvolvimento espiritual, incluem técnicas de respiração. Os efeitos da respiração profunda e oxigenação apropriadas estimulam os sentidos parassimpáticos e governam os sentidos simpáticos. As pessoas sentem-se sempre calmas e revitalizadas após estas práticas porque a acção parassimpática está dirigida à manutenção, acumulação e armazenamento de energia. As actividades do simpático estão mais dirigidas ao dispêndio da energia influenciando o metabolismo de glicogénio no fígado. Quando a relação entre os ramos do sistema autónomo está equilibrada, o parassimpático recolhe energia enquanto o simpático a dirige e a despende resultando num estado de relaxação e energização.
Suster a respiração conscientemente durante as práticas de ioga ou de meditação nutre o corpo e o sistema nervoso com o oxigénio e ajuda-nos a obter controlo sobre algumas das funções do sistema autónomo.