Dentro de cada homem há um Raio que nos une ao Absoluto. Esse raio é o nosso resplandecente Dragão de Sabedoria, o Cristo Interno, a Coroa Sefirótica.
Todo o homem tem um Raio, o Cristo Interno, que o une ao Absoluto.
Todo o homem é um trio de corpo, alma e espírito.
Quando o espírito vence a matéria é um Buda.
Quando a alma se purifica e se santifica, passa a chamar-se Bodhisattva.
O espírito de um homem pode ter alcançado o grau de Mestre nalguma reencarnação antiga. O Bodhisattva (alma do Mestre) pode ter caído mais tarde e viver agora na senda do mal.
O mestre não cai. Quem cai é o Bodhisattva (alma) do Mestre.
in krishnamurti, gnosisonline
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Falar com as Árvores
Uma árvore pode efetivamente falar com um humano. É uma possibilidade, mas não obrigatória.
Na comunicação direta, passando pela Vibração, pelos olhos, pelo olhar, pelo Coração, as palavras tornam-se supérfluas.
Não se esqueçam de que as palavras, sem exceção, estão presentes apenas nesta Dimensão falsificada.
Noutros lugares e além não há necessidade de nada mais além da Vibração da Consciência. A comunicação mais clara faz-se através dela e não através de palavras.
Uma palavra pode ser interpretada.
O sentido de uma palavra para um, não é o sentido de outra palavra, ou o sentido da mesma palavra para outro, daí a confusão.
Eu não falo sequer da barreira da língua, mas simplesmente do que é veiculado como Vibração, no interior de cada um, pelas palavras que vocês empregam, que nós empregamos.
A mesma palavra é percebida muito diferentemente.
Para além da própria Vibração da palavra que é pronunciada há toda uma vivência, toda uma história que é própria a cada um.
A palavra jamais foi, e não será jamais um meio de comunhão.
É um meio de interação, mas nós sempre dissemos para ir além das palavras.
Comunicar com uma árvore é uma comunicação "Vibratória".
Tudo pode ser dito por um olhar, tudo pode ser trocado através da Vibração do peito.
Esta linguagem é uma linguagem coerente, que não recorre à interpretação, que não recorre à suposição ou à projeção.
A Natureza fala, na totalidade.
A Terra fala.
As palavras são uma barreira e um obstáculo.
fonte: Snow
Na comunicação direta, passando pela Vibração, pelos olhos, pelo olhar, pelo Coração, as palavras tornam-se supérfluas.
Não se esqueçam de que as palavras, sem exceção, estão presentes apenas nesta Dimensão falsificada.
Noutros lugares e além não há necessidade de nada mais além da Vibração da Consciência. A comunicação mais clara faz-se através dela e não através de palavras.
Uma palavra pode ser interpretada.
O sentido de uma palavra para um, não é o sentido de outra palavra, ou o sentido da mesma palavra para outro, daí a confusão.
Eu não falo sequer da barreira da língua, mas simplesmente do que é veiculado como Vibração, no interior de cada um, pelas palavras que vocês empregam, que nós empregamos.
A mesma palavra é percebida muito diferentemente.
Para além da própria Vibração da palavra que é pronunciada há toda uma vivência, toda uma história que é própria a cada um.
A palavra jamais foi, e não será jamais um meio de comunhão.
É um meio de interação, mas nós sempre dissemos para ir além das palavras.
Comunicar com uma árvore é uma comunicação "Vibratória".
Tudo pode ser dito por um olhar, tudo pode ser trocado através da Vibração do peito.
Esta linguagem é uma linguagem coerente, que não recorre à interpretação, que não recorre à suposição ou à projeção.
A Natureza fala, na totalidade.
A Terra fala.
As palavras são uma barreira e um obstáculo.
fonte: Snow
quinta-feira, 31 de março de 2011
Ressonância Schumann
Por Leonardo Boff (Teólogo e escritor)
Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens fazem a experiência de que tudo está a acelerar excessivamente. Ontem foi Carnaval, dentro de pouco tempo será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real? Pela "ressonância Schumann" procura dar-se uma explicação.
O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica a cerca de 100 km acima de nós, criando o que se chamou "cavidade Schumann". Nessa cavidade produz-se uma ressonância (daí chamar-se ressonância Schumann) mais ou menos constante na ordem das 7,83 pulsações por segundo(hertz). Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Essa ressonância está ligada ao Sol e às condições ecológicas gerais da biosfera e da atividade poluidora humana. Sabe-se que o aumento crescente do uso de telemóveis favorece a poluição magnética ao nível de todo o sistema-Terra, além de interferir no equilíbrio magnético dos neurónios.
Verificou-se, também, que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz. Empiricamente fêz-se a constatação de que não podemos ser saudáveis fora desta frequência biológica natural. Antes, ela é extremamente propícia para o estudo e para o equilíbrio emocional humano. Quando o nosso sistema biológico funciona nos parâmetros desta frequência, ele está em sintonia com a frequência magnética da Terra.
Experiências que Schumann fez com estudantes, fechando-os em "bunkers" isolados magneticamente, mostrou que ficavam perturbados. Introduzindo as ondas Schumann, voltavam, pouco tempo depois, ao estado normal. Detectou-se também que sempre que os astronautas, devido às viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um "simulador Schumann" recuperavam o equilíbrio e a saúde.
Durante milhares de anos os batimentos do coração da Terra tiveram esta frequência de pulsações e a vida desenrolava-se em relativo equilíbrio ecológico. No entanto, a partir dos anos 80 e, de forma mais acentuada, a partir dos anos 90 a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo.
O coração da Terra disparou. Coincidentemente fizeram-se sentir desequilíbrios ecológicos: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, recrudescimento do "El Niño", maior degêlo nas calotas polares, aumento de tensões e conflitos no mundo e de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, o dia de 24 horas, é, na verdade, de apenas 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo se está a passar demasiado depressa não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.
Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar à procura de formas para voltar ao seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formam uma única entidade, como os astronautas testemunham continuamente lá das suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que num momento da sua evolução começou a sentir, a pensar, a amar e a venerar, e hoje, a alarmar-se. Porque somos isso, possuimos idêntica natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann.
Se quisermos que a Terra reencontre o seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo com menos stress, com mais serenidade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa sermos um pouco anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos, gerando desequilíbrio generalizado nas relações humanas.
Precisamos respirar juntos com a Terra para conspirar com ela em benefício de mais entendimento entre os seres humanos, de maior cuidado para com a Casa Comum e de uma paz mais duradoura para toda a humanidade.
Artigo criticado em Defenestrando ideias
Não apenas as pessoas mais idosas, mas também jovens fazem a experiência de que tudo está a acelerar excessivamente. Ontem foi Carnaval, dentro de pouco tempo será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou possui base real? Pela "ressonância Schumann" procura dar-se uma explicação.
O físico alemão W.O. Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por um campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera que fica a cerca de 100 km acima de nós, criando o que se chamou "cavidade Schumann". Nessa cavidade produz-se uma ressonância (daí chamar-se ressonância Schumann) mais ou menos constante na ordem das 7,83 pulsações por segundo(hertz). Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Essa ressonância está ligada ao Sol e às condições ecológicas gerais da biosfera e da atividade poluidora humana. Sabe-se que o aumento crescente do uso de telemóveis favorece a poluição magnética ao nível de todo o sistema-Terra, além de interferir no equilíbrio magnético dos neurónios.
Verificou-se, também, que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83 hertz. Empiricamente fêz-se a constatação de que não podemos ser saudáveis fora desta frequência biológica natural. Antes, ela é extremamente propícia para o estudo e para o equilíbrio emocional humano. Quando o nosso sistema biológico funciona nos parâmetros desta frequência, ele está em sintonia com a frequência magnética da Terra.
Experiências que Schumann fez com estudantes, fechando-os em "bunkers" isolados magneticamente, mostrou que ficavam perturbados. Introduzindo as ondas Schumann, voltavam, pouco tempo depois, ao estado normal. Detectou-se também que sempre que os astronautas, devido às viagens espaciais, ficavam fora da ressonância Schumann, adoeciam. Mas submetidos à ação de um "simulador Schumann" recuperavam o equilíbrio e a saúde.
Durante milhares de anos os batimentos do coração da Terra tiveram esta frequência de pulsações e a vida desenrolava-se em relativo equilíbrio ecológico. No entanto, a partir dos anos 80 e, de forma mais acentuada, a partir dos anos 90 a frequência passou de 7,83 para 11 e para 13 hertz por segundo.
O coração da Terra disparou. Coincidentemente fizeram-se sentir desequilíbrios ecológicos: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, recrudescimento do "El Niño", maior degêlo nas calotas polares, aumento de tensões e conflitos no mundo e de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, o dia de 24 horas, é, na verdade, de apenas 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo se está a passar demasiado depressa não é ilusória, mas teria base real neste transtorno da ressonância Schumann.
Gaia, esse superorganismo vivo que é a Mãe Terra, deverá estar à procura de formas para voltar ao seu equilíbrio natural. E vai consegui-lo, mas não sabemos a que preço, a ser pago pela biosfera e pelos seres humanos. Apenas enfatizo a tese recorrente entre grandes cosmólogos e biólogos de que a Terra é, efetivamente, um superorganismo vivo, de que Terra e humanidade formam uma única entidade, como os astronautas testemunham continuamente lá das suas naves espaciais. Nós, seres humanos, somos Terra que num momento da sua evolução começou a sentir, a pensar, a amar e a venerar, e hoje, a alarmar-se. Porque somos isso, possuimos idêntica natureza bioelétrica e estamos envoltos pelas mesmas ondas ressonantes Schumann.
Se quisermos que a Terra reencontre o seu equilíbrio devemos começar por nós mesmos: fazer tudo com menos stress, com mais serenidade, com mais amor que é uma energia essencialmente harmonizadora. Para isso importa sermos um pouco anti-cultura dominante que nos obriga a ser cada vez mais competitivos e efetivos, gerando desequilíbrio generalizado nas relações humanas.
Precisamos respirar juntos com a Terra para conspirar com ela em benefício de mais entendimento entre os seres humanos, de maior cuidado para com a Casa Comum e de uma paz mais duradoura para toda a humanidade.
Artigo criticado em Defenestrando ideias
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