| O triunfo de São Bento |
Três P.N. e três A.M e Glórias
vide Oração da Inocência
| O triunfo de São Bento |
| Alma e Coração |
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Eu sei o quero p'ra vida Pois nada vem fácil, irmão Sem o suor, o valor da conquista permanece em vão Sempre é hora p'ra fazer algo melhor acontecer E a sua hora vai chegar Agora é p'ra valer Um mundo novo só de gente boa Esse é o meu lugar Não nasci ontem, não Segura essa missão E assim eu vou chegar Fazer acontecer, lutar e conquistar Mantenho a fé pra caminhar E assim eu vou O, o, o, o... O, o, o, o De alma e coração A vida não é brincadeira, não marco bobeira Eu cheguei p'ra ficar Acredito que tudo tem hora Tem o seu momento e tem o seu lugar Pois errar faz parte, evoluir é arte Basta acreditar Depende de você Um mundo novo só de gente boa Esse é o meu lugar Não nasci ontem, não Segura essa missão E assim eu vou chegar Fazer acontecer, lutar e conquistar Mantenho a fé p'ra caminhar E assim eu vou O, o, o, o... O, o, o, o De alma e coração |
Eram felizes no seu mundo de açúcar e de vento e de todas as partes vinha gente impregnar-se de alento e| Tu és fonte de Vida |
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Tu és fonte de Vida Tu és fogo, Tu és amor. Vem, Espírito Santo Vem, Espírito Santo |
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o temor tem consigo a pena~João Apóstolo
No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor, porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor. (1 João 4, 18)
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| A Pedra que os pedreiros rejeitaram tornou-se a Pedra Angular. (SL 117) |
Então o dono da vinha disse para consigo: "Que hei de eu fazer? Vou mandar o meu querido filho. Certamente que a ele o vão respeitar."(Lucas, 20, 13-16)
Mas quando os camponeses o viram, disseram logo uns para os outros: "Este é que é o herdeiro! Vamos matá-lo e a herança dele fica para nós."
Levaram-no então para fora da vinha e mataram-no. Em face disto, que lhes fará o dono da vinha?
Matará aqueles homens e arrendará a vinha a outros.
Maria deve ser implacável para com o demónio e seus sequazes, tal como um exército ordenado para a batalha, principalmente nestes últimos tempos; porque o demónio, sabendo que lhe resta pouco tempo (e agora ainda menos) para perder as almas, a cada dia irá redobrar os seus esforços e combates. É a sua hora de erguer cruéis perseguições e de armar terríveis ciladas aos fiéis servos e verdadeiros filhos de Maria, cuja conquista lhe dá mais dificuldade do que a conquista de quaisquer outros.
| "Parábola dos Talentos", por A.N. Mironov |
14.Porque isto é, também, como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens;
15.E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.
16.E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles e granjeou outros cinco talentos.
17.Da mesma sorte, o que recebera dois granjeou, também, outros dois;
18.Mas o que recebera um foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
19.E, muito tempo depois, veio o senhor daqueles servos e fez contas com eles.
20.Então aproximou-se o que recebera cinco talentos e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que granjeei com eles.
21.E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
22.E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos.
23.Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
24.Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste;
25.E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.
26.Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabes que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei;
27.Devias, então, ter dado o meu dinheiro aos banqueiros, e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros. 28.Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos.
29.Porque, a qualquer que tiver, será dado, e terá em abundância; mas, ao que não tiver, até o que tem ser-lhe-á tirado.
30.Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.
(Mateus 25, 14-30)
Na espiritualidade está a beleza: tudo o que é espiritual está vivo e é muito bonito.~Rainha da Paz
| Deus é Amor |
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Deus é Amor Atreve-te a viver por Amor Deus é Amor Nada há a temer |
Aqueles que querem ser bem-sucedidos na vida devem ter certas capacidades e trabalhar bem. Mas isso ainda não é suficiente. Para saberem que direcção tomar, com quem se associar, etc., eles também devem ter discernimento.~Aïvanhov
E como adquirir o discernimento? Cultivando o desapego. Sim, pois o desapego dá ao homem a faculdade de ver claro, ao passo que o egoísmo, a avidez, a inveja, toldam-lhe a vista e fazem-no perder a lucidez. Estais surpreendidos? Mas é fácil de compreender: aquele que está obnubilado pela satisfação do seu interesse pessoal vê o que se passa à sua volta como se fosse através de lentes que deformam; essas lentes são o seu egoísmo, as suas ideias pré-concebidas. E, como não vê a realidade tal como ela é, aquilo que ele julga fazer no seu interesse fá-lo, na realidade, em seu prejuízo. Sim, contrariamente ao que é costume pensar-se, não é o egoísmo que ajuda os humanos a resolver as suas questões, a tratar dos seus assuntos, mas o desapego.
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Espera pelo Sol Olhando o céu Negra como um corvo A noite passa Levando as estrelas Para tão longe Tudo flui Aqui vem um novo dia Ao vento Eu deito a noite Prata e ouro Transformam-se em luz Eu estou na estrada Conheço o caminho Tudo flui Aqui vem um novo dia Aleluia, ale-ale aleluia Aleluia, aleluia Aleluia, ale-ale aleluia Aleluia, aleluia Ecos na chuva Flutuam pelas ondas Longa viagem para casa Nunca tarde Negra como um corvo A noite vem outra vez Tudo flui Aqui vem um novo dia Aleluia, ale-ale aleluia Aleluia, aleluia Aleluia, ale-ale aleluia Aleluia, aleluia | Wait for the sun Watching the sky Black as a crow Night passes by Taking the stars So far away Everything flows Here comes another new day Into the wind I throw the night Silver and gold Turn into light I'm on the road I know the way Everything flows Here comes another new day Alleluia, alle-alle alleluia Alleluia, alleluia Alleluia, alle-alle alleluia Alleluia, alleluia Echoes in rain Drifting in waves Long journey home Never too late Black as a crow Night comes again Everything flows Here comes another new day Alleluia, alle-alle alleluia Alleluia, alleluia Alleluia, alle-alle alleluia Alleluia, alleluia |
É tão grande a paz de saber-se absolutamente pobre. Não ter senão a Deus.
| Pantanal |
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São como veias, serpentes Os rios que trançam o coração do Brasil Levando a água da vida Do fundo da terra ao coração do Brasil Gente que entende E que fala a língua das plantas, dos bichos Gente que sabe O caminho das águas das terras, do céu Velho mistério guardado no seio das matas sem fim Tesouro perdido de nós Distante do bem e do mal Filho do Pantanal Lendas de raças, cidades perdidas Nas selvas do coração do Brasil Contam os índios de deuses Que descem do espaço no coração do Brasil Redescobrindo as Américas quinhentos anos depois Lutar com unhas e dentes P'ra termos direito a um depois Vem de um milénio o resgate da vida do sonho do bem A terra é tão verde e azul Os filhos dos filhos dos filhos Dos nossos filhos verão |
| Restolho |
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Geme o restolho, triste e solitário a embalar a noite escura e fria e a perder-se no olhar da ventania que canta ao tom do velho campanário Geme o restolho, preso de saudade esquecido, enlouquecido, dominado escondido entre as sombras do montado sem forças e sem cor e sem vontade Geme o restolho, a transpirar de chuva nos campos que a ceifeira mutilou dormindo em velhos sonhos que sonhou na alma a mágoa enorme, intensa, aguda Mas é preciso morrer e nascer de novo semear no pó e voltar a colher há que ser trigo, depois ser restolho há que penar para aprender a viver e a vida não é existir sem mais nada a vida não é dia sim, dia não é feita em cada entrega alucinada p'ra receber daquilo que aumenta o coração Geme o restolho, a transpirar de chuva nos campos que a ceifeira mutilou dormindo em velhos sonhos que sonhou na alma a mágoa enorme, intensa, aguda Mas é preciso morrer e nascer de novo semear no pó e voltar a colher há que ser trigo, depois ser restolho há que penar para aprender a viver e a vida não é existir sem mais nada a vida não é dia sim, dia não é feita em cada entrega alucinada p'ra receber daquilo que aumenta o coração |